A procuradora disse que o Ministério Público tem abertas 26 investigações relacionada a esse tipo de caso.
De acordo com Ortega, as investigações revelaram que "na maioria desses casos a pessoa (agredida) realmente havia cometido delito".
"Ninguém está autorizado a tomar ações como essa porque o poder de justiça pertence ao Estado venezuelano", acrescentou.