O Seal foi abatido pelo "fogo direto" quando membros do grupo EI "entraram no front Peshmerga" na zona de Tal Asquf.
O militar era Charles Keating, 31, membro dos Navy Seals, a força especial da Marinha americana.
Segundo uma fonte da coalizão militar que combate o EI, foi "um ataque orquestrado com tiros e múltiplas bombas". Os militares americanos "lutaram, mas eram poucos" e foram retirados de helicóptero.
Este é o terceiro militar americano morto em combate desde que Washington lançou a coalizão internacional para enfrentar o EI, em agosto de 2014. Outros 14 militares ficaram feridos.
Desde o início da campanha, os militares americanos e seus aliados da coalizão realizaram mais de 12 mil ataques aéreos contra o Estado Islâmico, e o Pentágono enviou cerca de 5 mil homens ao Iraque.
Ao menos 4 mil militares americanos permanecem no Iraque como parte da coalizão, para assessorar e treinar as forças iraquianas, mas sem participar diretamente dos combates terrestres contra o EI.
Alguns militares apoiam os peshmergas estacionados na província de Nínive, onde se encontra Mossul.
O secretário americano de Defesa, Ashton Carter, anunciou em recente visita a Bagdá o envio de mais 200 soldados e helicópteros de ataque para apoiar as forças iraquianas na reconquista de Mossul.
As forças federais iraquianas e curdas, apoiadas pela coalizão internacional, lançaram em março uma ofensiva contra o EI para retomar Mossul e se encontram atualmente a menos 50 km da cidade.