"O surgimento e a escalada da crise tiveram um impacto aterrador em meninos e meninas", afirma um comunicado do escritório do representante das Nações Unidas para a Criança em Conflitos Armados.
"A situação no Iêmen é particularmente preocupante com a multiplicação por cinco do número de crianças recrutadas (por grupos armados), e por seis, o de crianças mortas e mutiladas em comparação a 2014", acrescenta o documento.
A coalizão liderada pelos sauditas é responsável por 60% do total de 785 crianças mortas e 1.168 feridas no ano passado no Iêmen, ainda segundo o texto.
A coalizão lançou sua campanha aérea para repelir os huthis em março de 2015, mas os rebeldes ainda controlam a capital e outras zonas do Iêmen.