"Fo chamado um médico de imediato e as autoridades abriram uma investigação de rotina, como exige a lei", afirmou a fonte.
Tolimir, que foi braço direito do general Ratko Mladic, atualmente julgado por genocídio, era o chefe da inteligência e segurança das forças militares sérvias durante a guerra da Bósnia (1992-1995).
A esposa do general, Nada Tolimir, declarou ao jornal sérvio Kurir que ficou sabendo da morte de seu marido durante a noite. "Estava doente, mas não permitiram que viesse se tratar em casa", declarou.
O presidente de uma associação de ex-combatentes sérvios da Bósnia, Milomir Savcic, afirmou que Tolimir estava gravemente doente e não recebia a atenção médica adequada, o que complicou seu quadro.
Durante sua prisão em 2007 em Bratunac, na Bósnia oriental, a mídia local afirmou que ele sofria de câncer.
Zdravko Tolimir foi condenado em dezembro de 2012, em primeira instância, à prisão perpétua por genocídio e crimes de guerra. Esse veredicto foi confirmado em 2015.