As monarquias costumam acusar o Hezbollah de ser a cabeça de ponte para o Irã xiita e de ingerência nos assuntos dos países árabes.
A tensão se cristalizou em torno da guerra na Síria, onde Irã e Hezbollah apoiam o regime do presidente Bashar al-Assad, combatido por uma rebelião apoiada pelas monarquias do Golfo.
"Os abusos da milícia do Hezbollah nos países do CCG e seus atos terroristas e de incitação em Síria, Iêmen e Iraque (...) constituem uma ameaça para a segurança nacional árabe", disse Zayani em seu comunicado.
Como consequência, acrescentou, "os países do CCG decidiram considerar a milícia (do Hezbollah) como uma organização terrorista".
"Serão tomadas medidas apropriadas para aplicar esta decisão, em conformidade com as regras da luta antiterrorista em vigor nos estados do CCG e com as leis internacionais", concluiu.