O médico foi julgado por vínculos com extremistas, uma acusação de pouca credibilidade, e condenado a 33 anos de prisão, reduzidos posteriormente a 23 anos.
Graças às informações obtidas pelo médico, um comando das forças especiais americanas matou Bin Laden em 2 de maio de 2011 em um ataque noturno a sua residência de Abbottabad.
Islamabad considerou uma humilhação a intervenção militar americana em seu território, o que abalou as relações com Washington e complicou o caso do médico.
Em uma entrevista na semana passada ao canal Fox News, Trump afirmou que se chegar à presidência, Afridi sairá da prisão "em dois minutos", em uma referência à grande ajuda financeira dos Estados Unidos ao Paquistão.
O o ministro paquistanês respondeu que o país "não é uma colônia dos Estados Unidos" e acrescentou que os comentários do magnata americano "demonstram sua insensibilidade e também sua ignorância a respeito do Paquistão".