“A falta de transparência para Argentina é uma dívida histórica", disse, acrescentando que a falta de transpaência é a "mãe da corrupção".
“Queremos realizar um corte com a História. Honrar essa dívida de falta de transparência” e “recompor” a credibilidade da Argentina, insistiu.
O ministro argentino atribuiu o sucesso da emissão de bônus na semana passada a uma mudança de percepção do mercado sobre a transparência em questões do governo.
“A Argentina esteve 15 anos fora do circuito, quatro anos em desacato. (…) Achamos que um dos primeiros passos a dar para voltarmos a ser confiáveis era cumprir as dívidas a pagar. E essa foi a lógica com o acerto (com os fundos especulativos que cobraram a dívida em moratória na justiça dos Estados Unidos) que surpreendeu a todos”, explicou.