A FANB chamou a ação do secretário-geral da OEA como um "ataque ultrajante à soberania e independência nacional" e disse que responde a um "comportamento sistemático e traiçoeiro" que visa a "derrubar" Maduro.
"Este comportamento se destina a afetar as instituições da nossa nação, baseando-se em uma visão negativa e preconceituosa do país", afirma o documento, datado de quinta-feira.
FANB emitiu um "apelo à unidade para enfrentar esta nova ameaça" para "todos os venezuelanos".
Almagro defende a ativação da Carta Democrática - um mecanismo criado na OEA para casos de desordem democrática - mas o Conselho Permanente do organismo aprovou na quarta-feira uma resolução pedindo "diálogo aberto" entre governo e oposição a uma solução "eficaz" para a crise política.