Funcionários da MSF diante de hospital atingido na cidade de Kunduz em novembro de 2015 Funcionários da MSF diante de hospital atingido na cidade de Kunduz em novembro de 2015

Um relatório militar divulgado recentemente revela que tropas americanas continuam lutando contra o talibã no Afeganistão, apesar do fim oficial de sua missão de combate.

Relatos sobre estas ações são detalhados em uma investigação sobre os erros que levaram ao ataque aéreo americano contra o hospital da Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Kunduz, no norte afegão, que matou 42 pessoas.

Quando o grupo talibã ocupou brevemente Kunduz, no final de setembro, as forças afegãs estavam em desvantagem e os boinas verdes dos EUA acabaram participando do combate.

O presidente Barack Obama - que se elegeu com o compromisso de acabar com o envolvimento militar americano no Iraque e no Afeganistão - afirma que as tropas americanas que permanecem no território afegão não estão em missão de combate.

Oficialmente, os militares americanos realizam missão de aconselhamento e treinamento das tropas afegãs.

A partir de 2015, quando as forças afegãs assumiram a responsabilidade pela segurança do país, os EUA reduziram sua presença a 9.800 homens, número que deve cair a 5.500 no próximo ano.

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