A guarda costeira, navios da operação europeia Sophia e da agência europeia para o controle de fronteiras Frontex, uma embarcação da ONG SOS Méditerranée e dois rebocadores de uma plataforma de petróleo próxima participaram das operações de resgate.
Todos os recursos disponíveis na região foram deslocados para resgatar as 23 embarcações, segundo a guarda costeira.
O mar tranquilo e o vento suave do sul durante vários dias favoreceram estes fluxos maciços de migrantes, que chegaram a milhares de pessoas em poucos dias.
A guarda costeira italiana não informou a nacionalidade dos migrantes.
Desde o começo do ano, a maioria dos migrantes que chegam à Itália vêm do oeste e do chifre da África.
As autoridades italianas temiam que o fluxo de migrantes sírios ou afegãos, bloqueado após o fechamento da rota dos Bálcãs, passasse pela parte central do Mediterrâneo, mas até agora não foi o caso.
"As chegadas em 2016 são quase as mesmas que em 2015", declarou no Twitter Flavio di Giacomo, porta-voz na Itália da Organização Internacional para as Migrações (OIM), antes do último balanço da guarda costeira.