Mais de 60% das vítimas são combatentes, entre eles 1.492 insurgentes e jihadistas da Frente Al-Nosra, o braço sírio da Al-Qaeda, e 1.183 membros do grupo Estado Islâmico (EI), disse esta organização, que conta com uma rede de fontes na Síria.
A Rússia, aliada do regime do presidente Bashar al-Assad, afirma atacar o EI e outros grupos "terroristas" contrários ao governo.
Mas os países ocidentais e os ativistas antirregime a acusam de concentrar os bombardeios nos rebeldes classificados de moderados.