..). Não vamos permitir que a direita e a burguesia, das posições de poder onde estão, entreguem a soberania, a independência e a justiça que foram construídas durante esses anos de sacrifício", disse Maduro na primeira ação militar que preside desde as eleições parlamentares.
O presidente socialista disse que a Venezuela é uma vítima da "guerra não convencional, econômica, elétrica, financeira, criminal e psicológica" que atribui aos setores de direita apoiados pelos Estados Unidos.
"Estamos diante de uma crise de grandes dimensões, que se caracteriza como uma crise de contra-poder", disse Maduro no gesto tradicional de boas-vindas de Natal e Ano Novo das Forças Armadas.
De acordo com a decisão, houve um confronto entre "o polo da pátria" e "o polo antipatriótico", "baseado na guerra e no jogo sujo, um sucesso circunstancial".
Maduro também chamou os militares que trabalham na administração pública para voltar aos quarteis.
"Eu dei a ordem para implementar um plano bem pensado e detalhado para que voltem a postos de comando e a filas ativas em cada componente, os companheiros que passaram para a administração pública para fornecer o seu serviço ao país. É hora de voltar para reforçar as forças armadas!", disse.
No domingo passado, a oposição conseguiu o controle total do Parlamento ao alcançar dois terços dos assentos, encerrando 16 anos de hegemonia chavista.
A nova assembleia será instalada em 5 de janeiro.