"A medida é excessiva, já que os prejudicados acabam sendo os alunos", declarou o mininstro da Educação, Esteban Bullrich.
Milhares de educadores estatais representados pelo CTERA e a Associação de Docentes da Educação Média e Superior (Ademys) e do setor privado (SADOP) marcharam até o ministério da Educação para fazer ouvir suas reclamações.
A greve também protesta contra as demissões na área e pela continuidade dos programas sócio-educativos promovidos pelo governo de Cristina Kirchner (2007/2015).