O porta-voz não se pronunciou sobre o destino do chefe shebab, mas uma autoridade americana disse à AFP que estava "provavelmente morto".
Os shebab, vinculados a Al-Qaeda, reivindicaram nesta quarta um ataque com carro-bomba contra o hotel Ambassador em Mogadíscio, que deixou um número ainda incerto de vítimas.
Depois da explosão ocorreram combates com armas de fogo, segundo uma fonte da segurança.
Os shebab juraram derrotar o governo central apoiado pela comunidade internacional e muitas vezes lutaram na Somália e nos países vizinhos.
Os Estados Unidos realizam regularmente ataques aéreos contra os shebab, muitos deles com "drones" (veículo aéreo não-tripulado).
Segundo o porta-voz do Pentágono, Abdullahi Haji Daud era um dos "principais chefes militares" do Al Shabab, e chefe do Amniyat, o serviço de segurança e inteligência dos shebab.
"Ele tem sido o principal coordenador dos ataques dos shebab na Somália, Quênia e Uganda", disse.
O ataque foi realizado no centro-sul da Somália.