Entre outros, estarão no encontro os chanceleres de Alemanha, Arábia Saudita, Egito, Espanha, França, Iraque, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Suécia e Turquia.
O grande ausente será a Rússia, chave para qualquer coalizão internacional.
Os países vão discutir sobre como intensificar a batalha contra o EI, cuja violência não apresenta qualquer indício de trégua.
No domingo, por exemplo, o grupo extremista reivindicou a tripla explosão perto de uma mesquita xiita ao sul de Damasco. Pelo menos 70 pessoas morreram, e dezenas ficaram feridas.
"Em Roma e em Londres esta semana para reuniões importantes sobre o progresso contra Daesh (acrônimo do EI em árabe) e a resposta humanitária para a crise na Síria", tuitou Kerry, ao chegar à capital italiana.
Depois de Roma, o secretário americano segue para Londres, onde presidirá a quarta conferência de doadores para a Síria.
Antes de embarcar rumo à Europa no domingo, Kerry pediu ao governo e à oposição sírios que aproveitem as conversas de paz de Genebra.
A mensagem se dirigia, sobretudo, à oposição síria, que ameaçou abandonar Genebra antes mesmo do início das discussões.
A conferência quer pressionar os Estados para que dupliquem suas contribuições financeiras para solucionar a crise humanitária na Síria.