O juiz Daniel Rafecas rejeitou, pela primeira vez, em 2015, a acusação de que Cristina teria protegido iranianos por terem firmado, em 2013, um pacto com Teerã para criar uma comissão internacional de juristas que investigasse o caso.
"O caso está encerrado e arquivado", respondeu Rafecas a um pedido de reabertura por parte do promotor Gerardo Pollicita.
Rafecas determinou que há "inexistência de delito" na acusação de firmar o acordo após a aprovação dada pelo Congresso argentino, em 2013, mesmo sem a reciprocidade de Teerã.