(Arquivo) A então presidente argentina, Cristina Kirchner, em Moron, província de Buenos Aires, no dia 25 de novembro de 2015 (Arquivo) A então presidente argentina, Cristina Kirchner, em Moron, província de Buenos Aires, no dia 25 de novembro de 2015

A Justiça argentina voltou a rejeitar, nesta quinta-feira, a acusação do falecido promotor Alberto Nisman contra a ex-presidente Cristina Kirchner por suspeita de acobertar iranianos acusados do atentado contra o centro judaico Amia, em 1994 - informou uma fonte judicial.

Quatro dias antes de aparecer morto, em janeiro de 2015, no banheiro de seu apartamento, Nisman acusou Cristina Kirchner (2007-2015) de ajudar ex-governantes do Irã, entre eles o ex-presidente Ali Rafsanjani.

O juiz Daniel Rafecas rejeitou, pela primeira vez, em 2015, a acusação de que Cristina teria protegido iranianos por terem firmado, em 2013, um pacto com Teerã para criar uma comissão internacional de juristas que investigasse o caso.

"O caso está encerrado e arquivado", respondeu Rafecas a um pedido de reabertura por parte do promotor Gerardo Pollicita.

Rafecas determinou que há "inexistência de delito" na acusação de firmar o acordo após a aprovação dada pelo Congresso argentino, em 2013, mesmo sem a reciprocidade de Teerã.

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