No momento de sua captura, "não havia qualquer recurso vigente", disse à AFP uma fonte do Conselho da Magistratura, acrescentando que o novo recurso foi acatado no dia 8 de janeiro, data da incursão militar que deteve Guzmán em uma casa de Los Mochis, no estado de Sinaloa.
O juiz concedeu duas liminares, uma delas específica sobre a suspensão do processo de extradição para os Estados Unidos.
A liminar suspende qualquer ação judicial visando "tirar o querelante do país, sua deportação ou extradição para os Estados Unidos da América", revela um documento do Conselho da Magistratura.
"É um procedimento normal porque após uma liminar um juiz pode confirmá-la ou decretar que não há base" para a suspensão, disse um funcionário do governo federal. "É um procedimento de rotina".
José Manuel Merino Madrid, diretor de Assuntos Internacionais da Procuradoria Geral da República, admitiu nesta segunda-feira que a extradição de Guzmán pode exigir até um ano.