O brasileiro, que presidiu a CBF de 2012 a 2015, é acusado de ter recebido milhões de dólares em propinas na venda dos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2016, 2019 e 2023, e da Copa do Brasil de 2013 a 2022.
Extraditado para os Estados Unidos em novembro, o cartola se declarou inocente das cinco acusações que pesam contra ele, entre elas formação de quadrilha, fraude e lavagem de dinheiro, e foi autorizado a aguardar o julgamento em prisão domiciliar, mediante fiança de 15 milhões de dólares.
Nesta terça-feira, o juiz federal Raymond Dearie acatou o pedido do advogado Charles Stillman sobre uma flexibilização das condições de detenção.
Marin está cumprindo prisão domiciliar no apartamento que possui na badalada Quinta Avenida, na Trump Tower, edifício erguido pelo polêmico magnata que concorre à presidência dos Estados Unidos.
Em carta enviada ao juiz na semana passada, o advogado pediu para que o brasileiro possa tomar ar fresco, espairecer, caminhar com sua esposa e simplesmente ser uma pessoa".
Até então, Marin podia sair apenas acompanhado de seguranças privados, para ver seus advogados, participar das audiências, frequentar uma igreja e ir ao supermercado uma vez por semana.