No dia 14 de janeiro de 2015, Hikmet Cetinkaya e Ceyda Karan, dois jornalistas da publicação de oposição Cumhuriyet, acompanharam um editorial sobre os atentados contra a Charlie Hebdo de 7 de janeiro com reproduções da revista onde aparecia uma charge de Maomé.
O desenho em questão representa Maomé chorando e carregando um cartaz que diz "Je suis Charlie", o lema que surgiu na França e em todo o mundo após os atentados jihadistas de janeiro em Paris que deixaram 17 mortos.