Em 2007, ele convocou "todo muçulmano e árabe a vir em ajuda aos palestinos e a lançar uma Intifada islâmica" na Esplanada das Mesquitas, lugar sagrado para muçulmanos e judeus, em Jerusalém.
Na época, seu advogado anunciou que ele recorreria à Suprema Corte para nova apelação.
Hoje, essa alta instância rejeitou o pedido, mas decidiu reduzir em dois meses a pena de Raed Salah "em razão do fato de que, transcorridos nove meses desde o evento, (Salah) não cometeu crimes similares", de acordo com o texto da sentença.
Raed Salah deve começar a cumprir sua pena em 8 de maio de 2016. Ele lidera o braço norte do Movimento Islâmico. Seu grupo foi proibido pelo governo israelense, em novembro passado, acusado de incitar árabes israelenses e palestinos à violência, propagando "mentiras" a respeito da Esplanada das Mesquitas.