Elor Azaria, que também tem nacionalidade francesa, foi acusado de matar com um tiro na cabeça, em 24 de março, um palestino ferido, que estava no chão, em Hebron, ao sul da Cisjordânia ocupada.
Antes, o palestino havia atacado soldados com uma faca.
O caso divide profundamente a opinião pública israelense, entre os que defendem que o exército tem que respeitar os valores éticos e utilizar a força de forma proporcional e os que defendem o soldado, ante multiplicação de ataques palestinos nos últimos meses.