"Esta atribuição acontecerá em um prazo máximo de um ano após qualquer pedido", afirma o texto.
Apesar de não ter divulgado nenhum dado sobre o número de combatentes estrangeiros mortos durante a guerra entre Irã e Iraque, milhares de iraquianos e afegãos participaram na guerra ao lado das tropas iranianas.
A lei também será aplicada aos "voluntários" afegãos e paquistaneses que combatem na Síria e Iraque contra os grupos jihadistas armados, entre eles o grupo Estado Islâmico (EI) e a Frente Al-Nosra, o braço sírio da Al-Qaeda.
Quase três milhões de afegãos vivem no Irã, um milhão deles em condições legais, segundo o ministério iraniano do Interior.