Além de presidente da República Popular da China, Xi é secretário-geral do Partido Comunista e presidente da Comissão Militar Central.
Desde que assumiu o poder, Xi tenta aumentar sua autoridade sobre o Exército Popular de Libertação, tecnicamente as Forças Armadas do Partido Comunista Chinês e não do Estado.
Os militares devem ser "absolutamente leais", disse o presidente durante a visita ao centro de comando, de acordo com a agência Xinhua.
Ao mesmo tempo, o centro conjunto de comando deve ser eficaz e ativo tanto na guerra como em tempos de paz, afirmou o presidente, segundo a mesma fonte.
Durante o mandato de Xi Jinping, a China adotou uma política de defesa mais assertiva, em particular no Mar da China Meridional, cuja soberania disputa com os vizinhos, e no Mar da China Oriental, onde está em litígio com o Japão.
O centro de comando foi criado como parte de uma ambiciosa reforma das estruturas militares chinesas, que inclui a criação de uma força de mísseis.
Com o objetivo de tornar as Forças Armadas mais eficazes, Xi anunciou há alguns meses um corte de 300.000 soldados no exército chinês, que ficaria assim com dois milhões de integrantes.