(Arquivo) Vista do memorial da paz, em Hiroshima (Arquivo) Vista do memorial da paz, em Hiroshima

A viagem a Hiroshima do presidente americano, Barack Obama, é uma oportunidade para reavivar o debate sobre o desarmamento nuclear no mundo, disseram nesta quarta-feira as autoridades da cidade.

Obama poderá perceber pessoalmente o impacto que o bombardeio nuclear de 1945 teve sobre a cidade, explicaram estas fontes oficiais.

Obama se converterá no dia 27 de maio no primeiro presidente americano em exercício que visita Hiroshima, anunciou na terça-feira a Casa Branca, ressaltando que o objetivo não é apresentar desculpas por uma decisão tomada por Harry Truman há 71 anos.

Obama, que viajará ao Japão para uma cúpula do G7, visitará o local onde ocorreu o primeiro bombardeio nuclear da história acompanhado do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

"Espero que aqui, em Hiroshima, Obama proponha medidas concretas na direção de um mundo sem armas nucleares", declarou a prefeita de Hiroshima, Kazumi Matsui.

Aproximadamente 140.000 pessoas morreram devido à bomba nuclear lançada no dia 6 de agosto de 1945 pelos Estados Unidos às 08h15 locais. Dezenas de milhares morreram pela explosão da bola de fogo e outras devido aos ferimentos e doenças provocados pelas radiações nas semanas, meses e anos posteriores.

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