"Suspenderam as sanções em teoria, mas indiretamente impedem que a República Islâmica consiga seus objetivos", acrescentou.
"Dizem que suspenderam as sanções (...), mas atuam de um jeito que os efeitos do fim das sanções não se notam", insistiu.
O acordo histórico finalizado em julho de 2015 entre as grandes potências -entre elas os Estados Unidos- e o Irã sobre seu programa nuclear entrou em vigor em meados de janeiro, permitindo a anulação de grande parte das sanções internacionais contra Teerã.
Segundo o guia supremo, "o secretário (americano) do Tesouro trabalha noite e dia para que a República Islâmica não possa tirar vantagem do acordo nuclear", afirmou.
O guia supremo adverte sobre o risco de "infiltração" estrangeira em seu país desde o acordo e do desrespeito do pacto pelos países ocidentais, sobretudo os Estados Unidos.