..) e matou todos eles", afirma o "Estado Islâmico do Egito" em uma de suas contas do Twitter. Diz ainda ter "vingado as mulheres puras detidas nas prisões dos apóstatas".
Durante a noite, um grupo abriu fogo contra um micro-ônibus que circulava por Helwan, ao sul do Cairo, com oito policiais à paisana a bordo, entre eles um tenente, e os matou, informou o ministério do Interior.
O movimento, que jurou lealdade ao EI em novembro de 2014, reivindicou a maioria dos atentados dos últimos três anos contra as forças de segurança no país, nos quais centenas de policiais e soldados morreram.
Os grupos jihadistas multiplicaram os ataques contra a polícia e o exército desde 2013, quando as forças armadas dirigidas por Abdel Fattah al Sissi, o atual chefe de Estado, depuseram o presidente islamita democraticamente eleito Mohamed Mursi.
O regime do presidente Sissi reprime duramente toda a oposição, tanto a islamita quanto a laica e liberal.