Na Argentina, foram registrados vários assassinatos de mulheres nas últimas semanas e o debate foi reacendido pelo assassinato das jovens Marina Menegazzo, de 21 anos, e María José Coni, de 22, no balneário equatoriano de Montañita.
"O machismo mata", dizia outro grande cartaz levado na manifestação.
"Pedimos justiça, pedimos que se esclareça o que ocorreu no Equador", disse ao canal TN Vanesa Lidjens, prima de Menegazzo.
O Observatório de Feminicídios 'Marisel Zambrano', que depende da Casa do Encontro, disse que na Argentina uma mulher é assassinada a cada 30 horas.
Entre janeiro e outubro de 2015, houve 233 feminicídios, que se somaram aos 1.808 registrados entre 2008 e 2014, segundo a ONG que promove os direitos da mulher.