"Agora é tema da polícia", limitou-se a dizer um porta-voz do STF à AFP.
Barroso foi o relator do caso que definiu os passos para o julgamento político contra a presidente Dilma Rousseff, afastada do cargo para ser julgada pelo Senado por suposta maquiagem de contas públicas.
Segundo a Agência Brasil, Barroso disse que as eventuais escutas só teriam podido registrar um ambiente de bom humor e muito trabalho no escritório.