"O que mais vamos sentir falta é que eu também me baseio no trabalho. Pela minha idade (32 anos), já convivi com treinadores que não tinham uma metodologia adequada para aproveitar os jogadores e essas coisas farão falta", declarou o goleiro do Barcelona em entrevista publicada nesta quinta-feira pelo jornal chileno La Tercera.
Para o jogador, a conquista da Copa América-2015, a primeira da história do futebol chileno, foi a "conclusão do bom trabalho que vínhamos realizando" e que conseguiu mudar a mentalidade dos jovens jogadores no Chile.
"Simplesmente desejo a ele (Sampaoli) o melhor e não tenho dúvida de que terá muito sucesso seja onde for", completou o goleiro.
A busca por um novo técnico segue sendo uma incógnita no Chile, que se prepara para disputar duas importantes partidas pelas eliminatórias continentais para a Copa do Mundo da Rússia-2018, contra Argentina e Venezuela, em março.
Os nomes do chileno Manuel Pellegrini, técnico do Manchester City, e do argentino Eduardo Berizzo, do Celta de Vigo, foram cogitados, mas ambos recusaram os convites.