"Este projeto se inclui perfeitamente na estratégia de desenvolvimento da Albioma no Brasil", disse Jacques Pétry, conselheiro delegado da empresa.
A Albioma terá 40% do capital de uma empresa que será proprietária e administrará a central de cogeração de Vale do Paraná, filial do grupo Pantaleon, o maior produtor açúcar da América Central.
Esta central de 48 megawatts, que deve começar a operar em 2021, utilizará resíduos de cana-de-açúcar como fonte de energia.
A Albioma afirma que o projeto é rentável porque 80% das vendas da produção de energia elétrica esperada estão "asseguradas a longo prazo a uma tarifa elevada".
No ano passado, a Albioma adquiriu 65% do capital da empresa Codora Energia, proprietária de uma central de cogeração de 48 megawatts no estado de Goiás.
Em 2014 havia adquirido por 43 milhões de euros a Rio Pardo Termelétrica, uma central de cogeração em São Paulo que também utiliza resíduos de cana.