Entre 2.000 e 3.000 combatentes do EI estão na Líbia, 1.500 deles em Sirte (450 km ao leste de Trípoli). Entre eles há líbios que combateram na Síria e retornaram a seu país, mas também estrangeiros, em particular tunisianos, sudaneses e iemenitas, segundo estimativas da ONU.
A Líbia é cenário de lutas entre grupos armados e está dividida desde a queda do regime de Muamar Khadafi. O país tem dois governos, um em Trípoli e outro em Tobruk (leste), este último reconhecido pela comunidade internacional.
"É absolutamente necessário o fim dos conflitos entre líbios, pois em caso contrário o vencedor militar será o EI", afirmou o ministro francês.
Depois de descartar a possibilidade de uma operação militar estrangeira, o ministro ressaltou que a "única solução" possível é um "acordo político entre as diferentes partes que hoje se opõem na Líbia".