Os três tipos de cockpits foram testados em várias ocasiões desde o final de 2015.
"Tentamos encontrar conceitos eficientes em termos de segurança. Depois entrará a questão de extração do piloto e visibilidade", explicou em outubro o francês Laurent Mekies, ex-engenheiro de pisa da escuderia Toro Rosso.
A segurança dos pilotos, especialmente a proteção da região do crânio, se tornou uma prioridade depois dos acidentes fatais do francês Jules Bianchi, no Grande Prêmio do Japão-2014 de F1, e do britânico Justin Wilson, da Fórmula Indy, em 2015.