(Arquivo) A ativista dos direitos humanas Bertha Antúnez (terceira à direita) durante chegada de sua filha em Miami, Estados Unidos, no dia 14 de fevereiro de 2008 (Arquivo) A ativista dos direitos humanas Bertha Antúnez (terceira à direita) durante chegada de sua filha em Miami, Estados Unidos, no dia 14 de fevereiro de 2008

Organizações de exilados cubanos em Miami declararam que este "foi um ano de repressão" e voltaram a criticar a aproximação entre os Estados Unidos e Cuba, alegando que o povo cubano está pior agora do que há doze meses.

"Este foi um ano de repressão, um ano de prisão, a repressão aumentou em Cuba", declarou a ativista Bertha Antúnez em uma coletiva de imprensa em Miami, Flórida (sudeste dos EUA), no dia do aniversário do início do degelo entre Washington e Havana depois de meio século de animosidade.

"No último ano, a vida para o Movimento de Resistência Cívico do povo cubano foi ainda mais difícil, assim como para o povo cubano em geral", afirmou por sua vez Orlando Gutiérrez Boronat, do Diretório Democrático Cubano, em uma carta aberta ao presidente americano Barack Obama.

"Entusiasmado com as concessões unilaterais, o regime aumentou a repressão. As milhares de detenções políticas e o presente êxodo em massa de cubanos são o resultado disso", explicou.

Desde seu anúncio, em 17 de dezembro de 2014, o processo de aproximação tem sido criticado por vários grupos anti-castristas em Miami, que afirmam que só beneficia o governo de Castro.

Estas organizações, no entanto, têm tido uma influência reduzida nos últimos anos, enquanto as pesquisas mostram que a maioria dos cubano-americanos são a favor dos contatos bilaterais.

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