Trata-se principalmente da retirada de aviões e helicópteros, indicou, embora não tenha especificado quantas aeronaves voltarão à Rússia e quantas permanecerão na Síria.
A Rússia tinha mobilizados na Síria cerca de cinquenta bombardeiros, aviões de ataque terrestre e helicópteros que realizaram milhares de ataques aéreos.
Putin anunciou na segunda-feira de surpresa que a missão de suas forças-armadas na Síria havia sido cumprida globalmente e ordenou a retirada da maior parte do contingente russo.
Os primeiros aviões e pilotos saíram na terça-feira da base aérea de Hmeimim, no noroeste da Síria, e chegaram à Rússia recebidos como heróis por seus familiares e pelos responsáveis militares. Um segundo grupo chegou na quarta-feira.
A Rússia realizava ataques aéreos para apoiar as forças do regime de Bashar al-Assad desde 30 de setembro.
Moscou anunciou, no entanto, que manterá na Síria instalações e homens na base aérea de Jmeimim com o objetivo de supervisionar o respeito da trégua que entrou em vigor em 27 de fevereiro e para continuar atacando "alvos terroristas" no país.