Lula classificou as buscas em sua residência por parte da PF e seu traslado coercitivo para depor de "um show midiático" e "um espetáculo de pirotecnia".
"Os procuradores acenderam em mim a chama. A luta continua!", afirmou.
Ele também denunciou a tentativa "criminalizar o Partido dos Trabalhadores". "Hoje, no Brasil, ser amigo do Lula é um crime", se queixou.
No centro de São Paulo, dezenas de partidários do ex-presidente agitavam bandeiras do partido e gritavam que "não haverá golpe".
"Quem se mete com Lula, se mete comigo", era uma das frases escritas nos cartazes dos manifestantes.