A esposa de Leopoldo López, Lilian Tintori, segura um cartaz com a foto do opositor, em Caracas, no dia 4 de fevereiro de 2016 A esposa de Leopoldo López, Lilian Tintori, segura um cartaz com a foto do opositor, em Caracas, no dia 4 de fevereiro de 2016

Os Estados Unidos reiteraram nesta quinta-feira sua preocupação com a situação do líder opositor detido Leopoldo López e outros "presos políticos" na Venezuela.

"Há dois anos começou: detenção, condenação, sentenças injustas . Ainda preocupada com ele e outros presos políticos na ", escreveu a vice-secretária de Estado para a América Latina, Roberta Jacobson, no Twitter.

López se entregou há dois anos às autoridades venezuelanas, que em 10 de setembro passado o condenaram a 14 anos de prisão por incitar à violência durante protestos contra o presidente Nicolás Maduro em 2014.

A maioria opositora do Parlamento venezuelana aprovou em primeira instância uma lei de anistia para presos políticos que busca beneficiar 75 dissidentes detidos, inclusive López.

Embora seja dada como certa sua aprovação em segunda instância, Maduro já anunciou que vetará o projeto de lei, denunciando que beneficiará "terroristas" e "assassinos", como ele considera López.

Em janeiro, Maduro acusou os Estados Unidos de incentivar o confronto interno para "intervir" na Venezuela, com o apoio da maioria opositora no Parlamento.

Washington e Caracas estão sem embaixadores desde 2010.

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