López se entregou há dois anos às autoridades venezuelanas, que em 10 de setembro passado o condenaram a 14 anos de prisão por incitar à violência durante protestos contra o presidente Nicolás Maduro em 2014.
A maioria opositora do Parlamento venezuelana aprovou em primeira instância uma lei de anistia para presos políticos que busca beneficiar 75 dissidentes detidos, inclusive López.
Embora seja dada como certa sua aprovação em segunda instância, Maduro já anunciou que vetará o projeto de lei, denunciando que beneficiará "terroristas" e "assassinos", como ele considera López.
Em janeiro, Maduro acusou os Estados Unidos de incentivar o confronto interno para "intervir" na Venezuela, com o apoio da maioria opositora no Parlamento.
Washington e Caracas estão sem embaixadores desde 2010.