"Juntamente com as famílias, peço pela sua libertação", acrescentou.
Jacobson saudou em outro tuíte a "valente" Tintori por continuar seu ativismo "apesar do grande risco pessoal".
Este chamado da diplomata americana soma-se ao do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que na terça-feira pediu ao presidente venezuelano Nicolas Maduro que assinasse a lei de anistia aprovada pelo Parlamento.
A lei, aprovada na terça-feira pela maioria opositora na Assembleia Nacional, tenta tirar da prisão 76 pessoas, incluindo Lopez, e centenas de "perseguidos e exilados" por sua oposição ao chavismo, de acordo com os parlamentares.
Mas Maduro, herdeiro político do ex-presidente Hugo Chávez, declarou que não vai ceder, alegando que a lei viola a Constituição e convenções internacionais sobre direitos humanos.
O presidente tem como prazo legal até sexta-feira para decidir sobre a iniciativa.
Os laços entre Washington e Caracas, sem embaixadores desde 2010, têm sido tensas nas últimas semanas.
Em entrevista à CNN, em março, o presidente americano, Barack Obama, declarou ser a favor de que os venezuelanos escolham, o "quanto antes", um governo "legítimo" para implementar melhores políticas econômicas.