"Foram declarados culpados de espionagem, de insultos contra a santidade da religião e de propaganda contra a república islâmica. Foram condenados a 20 anos de prisão".
A diplomacia americana se soma à comunidade internacional para "condenar sua prisão" e pede a Teerã que "os liberte imediatamente, assim como outros prisioneiros de consciência no Irã".
"Além disso, exigimos que as autoridades iranianas atualizem sua legislação para adaptá-la a suas obrigações internacionais e garantir a liberdade de expressão, de culto, de opinião e de reunião para todos os cidadãos", completa o Departamento de Estado.