Tidd terá muitas obrigações à frente do Comando Sul, que coordena operações e coopera com os países da América Latina e do Caribe, "incluindo os esforços para conseguir que o centro de detenção de Guantánamo tenha um fechamento responsável", destacou Carter.
O secretário recordou que atualmente permanecem 93 presos em Guantánamo, após a transferência na véspera de dez iemenitas, e garantiu que novos presos serão enviados a outros países "quando minimizarmos os riscos para os Estados Unidos".
Segundo Carter, os presos mais perigosos não poderão ser transferidos, o que exigirá uma "alternativa" para levá-los ao território americano.
No Congresso americano, a oposição republicana rejeita qualquer projeto de fechamento de Guantánamo, situado na ilha de Cuba, que envolva a transferência dos presos para os Estados Unidos.
Ao assumir a presidência, há sete anos, Obama prometeu fechar Guantánamo, mas até o momento não pôde cumprir sua promessa.