(Arquivo) Navios de vigilância chineses no Mar da China Meridional (Arquivo) Navios de vigilância chineses no Mar da China Meridional

A China está usando "táticas coercitivas" para expandir sua presença marítima no Mar da China Meridional, apesar de evitar ações que possam gerar um conflito armado, assinalou o Pentágono nesta sexta-feira.

"Em 2015, a China utilizou táticas coercitivas para fazer prevalecer seus interesses de maneira que, calculadamente, não cheguem a gerar um conflito armado", afirma o relatório do departamento americano de Defesa.

A China utilizou "embarcações da guarda costeira" para realizar demonstrações de força na zona em disputa com seus vizinhos, mas evitou o emprego de navios de guerra, destaca o documento.

A China reclama quase a totalidade do Mar da China Meridional, uma zona estratégica para o comércio mundial igualmente disputada por Vietnã, Filipinas, Malásia e Brunei.

Para apoiar suas pretensões territoriais, a China realizou enormes operações de terraplanagem em ilhotes do arquipélago de Spratly, e Pequim agora reivindica uma zona de 12 milhas em torno da obra.

Os Estados Unidos rejeitam esta reivindicação e enviaram navios de guerra para águas a menos de 12 milhas do arquipélago visando garantir a liberdade de navegação na zona.

Em seu relatório, o Pentágono reconhece que a China "fez uma pausa no final de 2015" nas obras de terraplanagem, após avançar sobre o mar em "cerca de 1.300 hectares" entre sete ilhas e arrecifes.

Quando terminar a obra, a China terá três pistas de aviação nas Spratly, além de portos e sistemas de vigilância para "melhorar sua capacidade de controlar (...) o espaço militar" na zona, adverte o documento.

Sporaga.com, diversão para fãs de futebol que respiram esporte 24 horas por dia. Sporaga, símbolo de paixão e amor ao jogo.

Cadastre-se hoje com o código promocional "Play2Win" e Ganhe US$3 + envie US$3 para cada amigo e ganhe US$1 para cada cadastrado.