Segundo este estudo, os jovens de 12 a 24 anos são os mais dispostos a se somarem a grupos jihadistas, como o Estado Islâmico (EI) ou a Frente al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda.
Estão menos atraídos pela ideologia ultraconservadora destes grupos que pela "necessidade de ganhar sua vida, dar um sentido, recuperar sua dignidade, assim como pela crença em um dever moral de proteger, vingar ou defender".
Os jovens dizem que o fato de se unirem a grupos armados deu a eles "um verdadeiro objetivo na vida, uma honra e alto-estima", indica o estudo.