Sua experiência está em andamento em várias estações de trem, e é realizado "em conformidade com a lei e sob a supervisão da Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL)", afirmou.
"Estamos testando para saber se isso identifica apenas as pessoas que têm uma intenção negativa, um agressor, ou também um 'intermediário'", informou, "mas também a aceitação social", isto é: a propensão dos viajantes a aceitarem tais tecnologias quando o estado de emergência, instaurado após os atentados de Paris de 13 de novembro, for levantado.
Câmeras que detectam pacotes suspeitos por ficarem muito tempo no chão também estão sendo testadas.
A SNCF avalia também a possibilidade de equipar seus agentes com câmeras portáteis para identificar as fraudes ou os comportamentos suspeitos, e no segundo trimestre de 2016 será lançado um aplicativo que permitirá aos usuários lançarem alertas a partir de seus smartphones.
Pórticos de segurança também estão sendo instalados em Lille (norte) e Paris em rotas internacionais Thalys, que ligam a França à Bélgica e à Holanda.
Estas instalações foram decididas na sequência dos atentados de 13 de novembro em Paris (130 mortos) e do ataque mal-sucedido de agosto em um trem Thalys que ia de Amsterdã a Paris.
Além disso, a legislação está sendo considerada para permitir que o pessoal de segurança da SNCF e da RATP (transportes de Paris) façam revistas de segurança ou pesquisas nas bagagens dos passageiros.