Roberti, que graças à legislação especial adotada contra a máfia siciliana Cosa Nostra e Camorra em Nápoles tem autorização para ordenar escutas telefônicas e apreensão de bens, estima que as "ligações entre as organizações criminosas e o terrorismo internacional se consolidaram".
"Eles precisam de dinheiro disponível, armas, documentos falsos, estruturas logísticas que as organizações mafiosas podem fornecer sem qualquer problema", reconheceu o promotor, durante uma coletiva de imprensa em Roma.