Dilma Rousseff cumprimenta Rafael Correa em Quito em 26 de janeiro de 2016 Dilma Rousseff cumprimenta Rafael Correa em Quito em 26 de janeiro de 2016

O presidente do Equador, Rafael Correa, e a presidente Dilma Rousseff concordaram, nesta terça-feira, em Quito, em impulsionar os laços comerciais bilaterais e alavancar linhas de crédito brasileiro para o país andino.

Depois da reunião no Palácio de Carondelet horas antes da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) de quarta-feira, Correa garantiu que ambos combinaram resolver os obstáculos ao acesso de produtos equatorianos, como a banana, o camarão, ou o atum para o Brasil, um dos três países com os quais o Equador tem maior déficit comercial.

As equipes de trabalho de ambos os governos vão-se reunir na primeira semana de março para buscar soluções para esses problemas, explicou Correa.

A presidente Dilma afirmou que, na reunião, também se acertou a fortalecer "os investimentos de empresas brasileiras no Equador, em especial em infraestrutura".

Segundo o presidente equatoriano, nesse encontro de março, poderão ser concedidas novas linhas de crédito do Brasil ao país.

Correa não deu detalhes.

"Se tivéssemos financiamento, poderíamos importar certas coisas. O que eu mais gostaria é que se importassem bens de capital (...) como ônibus e caminhões do Brasil", garantiu.

Correa e Dilma Rousseff também conversaram sobre "um sonho compartilhado, no qual nos atrasamos", em referência ao eixo multimodal Manta (Equador)- Manaus (Brasil). Por esta via alternativa terrestre e fluvial, "o Brasil teria acesso para a costa do Pacífico, sem ter de passar pelo canal do Panamá", completou o presidente equatoriano.

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