Foi assim na cidade de Ramadi, libertada em fevereiro, onde em três fossas comuns em um campo de futebol havia os corpos de 40 pessoas, encontrados no dia 19 de abril passado, detalhou Kulbis.
O enviado alertou que a crise humanitária segue piorando no Iraque, onde um terço da população - cerca de 10 milhões de pessoas - precisa de ajuda urgente.
Kulbis informou ainda que mais dois milhões de pessoas poderão ser deslocadas até o final do ano devido às campanhas militares contra o EI.
Neste sentido, o funcionário desafiou os líderes iraquianos a resolver suas divergências, que têm provocado protestos nas ruas de Bagdá, argumentando que a agitação só ajuda ao grupo jihadista.
"Eles são os únicos beneficiados com a instabilidade política e com a ausência de reformas".