Combatentes iraquianos são vistos durante confronto com os membros do grupo Estado Islâmico (EI), em Fallujah, no dia 11 de fevereiro de 2016 Combatentes iraquianos são vistos durante confronto com os membros do grupo Estado Islâmico (EI), em Fallujah, no dia 11 de fevereiro de 2016

Os combates entre tribos e o grupo Estado Islâmico (EI) em Fallujah terminaram após a organização jihadista raptar dezenas de habitantes desta cidade a oeste de Bagdá, informaram autoridades locais neste domingo.

Após dois dias de confrontos, os combatentes das tribos "retiraram-se, temendo pela sorte dos prisioneiros", indicou à AFP um tenente-coronel do exército iraquiano que preferiu não se identificar.

"Os combates pararam em razão do desequilíbrio de forças e pelo medo de que os prisioneiros sejam executados", declarou Issa Sayir, nomeado pelo governador da província de Al-Anbar para administrar a cidade de Fallujah.

"Tememos que a organização (Estado Islâmico) organize um massacre na cidade", afirmou Raja Barakat, membro do conselho da província de Al-Anbar.

De acordo com Sayir, o número de prisioneiros é de cerca de 60, contra 110 segundo o tenente-coronel e mais de 100 de acordo com um líder tribal.

O xeque Majid al-Juraissi, líder de uma das tribos que combate os jihadistas, informou que os prisioneiros foram sequestrados nos últimos dois dias.

"Consideramos o primeiro-ministro responsável por qualquer derramamento de sangue contra o povo de Fallujah", declarou Barakat, chamando o exército a lançar uma operação para retomar o controle da cidade.

Fallujah, localizada 50 km a oeste de Bagdá, é uma das duas últimas grandes cidades iraquianas sob controle do EI com Mossul, no norte do país.

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