"Esses ataques elaborados por membros do EI demonstram que o grupo terrorista está entrando em uma nova fase, com um risco a mais de que esses ataques, organizados centralmente e de forma detalhada contra civis no mundo, se tornem mais frequentes", assinala o informe obtido nesta quarta-feira pela AFP.
Os países-membros da ONU reportam um aumento significativo na quantidade de combatentes estrangeiros que voltam dos territórios da Síria e do Iraque onde o EI sofreu importantes perdas, apontou Ban.
Os atentados de Paris e Bruxelas demonstraram "a capacidade (do grupo) de elaborar ataques complexos" e coordenados com combatentes estrangeiros que retornam da Síria, sob a direção dos chefes do EI.
Esses chefes buscam "reforçar o papel" de células afiliadas ao EI, o que sugere um reforço da campanha militar do grupo extremista.
Centenas de combatentes estrangeiros estão "colocados na Líbia", enquanto outros buscam criar novos ramos na estratégia do EI de se desenvolver a nível internacional.