Desde 1º de outubro, quando começou o atual ciclo de violência, 200 palestinos, 28 israelenses, dois americanos, um eritreu e um sudanês morreram, segundo uma contagem da AFP.
A maioria dos palestinos foram mortos quando atacaram ou tentaram atacar com facas militares ou civis israelenses.
Hebron, a maior cidade da Cisjordânia, é um barril de pólvora desde a instalação de 500 colonos no centro histórico protegido pelo exército.
Israel fechou a Cisjordânia até sábado à meia-noite devido ao feriado judaico do Purim, que começou na quarta-feira.