"Vamos ver se a parceria funciona, ou não, mas desejo o melhor para eles. Ivan é um cara ótimo, muito calmo, e tenho certeza de que Roger teve bons motivos para escolhê-lo", disse o sérvio ao lado do amigo croata, que já foi número 3 do mundo e era treinador de Raonic antes de passar a trabalhar com o suíço, em dezembro.
"Ele conhece meu jogo e o jogo de todos os rivais de Federer, e acho que foi por isso que ele integrou sua equipe", enfatizou.
Federer sempre negou ter contratado Ljubicic especificamente para ajudá-lo a vencer Djoko, que o derrotou nas finais de Wimbledon e do US Open no ano passado.
Depois de completar a melhor temporada de sua carreira, com a conquista de três Grand Slams (Aberto da Austrália, Wimbledon e US Open), o sérvio voltou a afirmar que espera muito de 2016, ano olímpico, em que espera conquistar a medalha de ouro inédita no Rio de Janeiro.
"Os Grands Slams e as Olimpíadas são as prioridades da minha temporada, mas será uma longa temporada, então não posso prever o que vai acontecer", resumiu o líder do ranking.
No ano passado, o sérvio tinha sido eliminado nas quartas final do torneio de Doha pelo croata Ivo Karlovic, a primeira de apenas seis derrotas que sofreu na temporada.