O evento fazia parte de uma contra-ofensiva de Dilma, que incluiu a divulgação de um vídeo nas redes sociais em que chamou de golpistas e aventureiros quem busca removê-la do cargo, assim como uma extensa rodada de conversações com deputados para tentar desmontar o "impeachment".
Mergulhada em uma profunda crise e com a popularidade no chão, a presidente foi acusada pela oposição de manipular as contas públicas em 2014 - ano em que foi reeleita - e no começo de 2015.
A oposição precisa somar 342 votos na Câmara dos Deputados (de um total de 513) para aprovar a moção, que se for ratificada pelo Senado, a afastaria do cargo e deixaria o poder nas mãos do vice-presidente Michel Temer.